terça-feira, 23 de dezembro de 2008

FILMES PARA ASSISTIR NO NATAL

Procurei alguns filmes de terror relacionados ao natal para download, espero que gostem! Alguns estão sem legendas, pois não encontrei estas pra download. Se alguém encontrar, por favor, entre em contato comigo, pois estarei colocando elas pra download aqui no mesmo post.



BLACK CHRISTMAS (1974)


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Senha: radani

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JACK FROST (1996)

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Senha - BBGirl

Legenda - Sorry, sem legenda =(

GREMLINS (1984)


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Vou procurar mais filmes e, assim que achar mais, eu posto aqui pra vocês! Abraço, e feliz natal!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

SEXTA FEIRA 13 - O CAPÍTULO FINAL (Parte 4) [1984]

Em termos de história, fraquíssimo. Em termos de derramamento de sangue, ótimo. Portanto, já podemos concluir – um filme para fãs de gore e do próprio Jason Voorhees. Este era para ser o suposto último filme do Jason. Mas o dinheiro fala mais alto, hahaha... Considerado pelos fãs o melhor (e mais sangrento) da série, pra uma pessoa mais experiente, é só mais um filme mal escrito só pra tirar dinheiro do bolso dos fanáticos e continuar a famosa contagem de corpos da série. Por que história e diálogos ZERO!


Depois da “morte” de Jason no filme anterior, o corpo é levado (de máscara e tudo!) para um necrotério. Em uma noite em que uma enfermeira e um outro safadão estão dando uns amassos na sala do necrotério, Jason resolve se levantar e matar os dois. Sim, personagens sem a menor razão de existir, só pra enxermais e mais a contagem de corpos da série! (e os bolsos dos produtores...)

Neste filme somos apresentados ao garoto Tomy Jarvis (vivido neste filme por Corey Feldman, que fez também Os Goonies, Os Garotos Perdidos e Gremlins), que apareceu de novo nas duas partes seguintes, e que é também o eterno rival de Jason para os fãs.


Outras vítimas que aparecerão ao longo do filme é um grupo de jovens bobões que são puro clichê. Eles irão passar um tempo numa casa ao lado da dos Jarvis, e sim, só existem para apresentar os diálogos e momentos mais idiotas do filme e pra aumentar ainda mais a contagem de corpos. Pra aumentar mais ainda o número de mortes, aparecem ainda duas gêmeas gostosas que ficam amiguinhas dos jovens e também participam da festinha na casa.


Também somos apresentados a um personagem que vira amigo da irmã de Tommy, que agora não consigo me recordar dos nomes de nenhum dos dois (pra vocês verem TAMANHA importância que eles têm na história!). Ele caça Jason, buscando vingança, pois Jason matou sua irmã (uma das jovens do filme Sexta Feira 13 – Parte 2).

Se você acha que já existem personagens demais para o banho de sangue, haha, nem sabe o que ainda tem. A personagem mais ridícula do filme é uma mulher gordinha que está pedindo carona na estrada. Ela só aparece uns 2 minutos em cena, e logo depois, enquanto come uma banana, é morta por Jason na melhor cena de morte do filme.

Ah sim, o fim também é uma das melhores partes. Então se você ainda não assistiu e não quer saber do fim, pare por aqui...

Jason invade a casa dos Jarvis e tenta matar Tommy e a irmã, essa que tenta despistar Jason para fora da casa. Enquanto isso, Tommy prepara um excelente “visual Jason”, ficando igualzinho a Jason quando era guri e se afogou no Lago Crystal. Quando a irmã de Tomy entra na casa, Jason também entra. É agora que rola o fim, em que Tommy fala algumas palavras que hipnotizam Jason. Agora é mostrada a verdadeira face de Jason (sim, só agora!!!). Jason vai até a irmã de Tommy, e, distraído, leva um faconaço na cara! Sangrento...

Enquanto abraça a irmã, já aliviada, Tommy percebe que Jason AINDA ESTÁ VIVO, então ele pega o facão e dá vários golpes em Jason, trazendo assim a morte definitiva ao vilão... Bem, isso só até a parte 6, hehehe...


O filme é pra quem gosta de slashers. Nada criativo, apena o mesmo banho de sangue de sempre, com personagens que só existem pra falar bobagens, renderem cenas de sexo e morrer. Exemplo, o excelente Crispin Glover (de De Volta Para O Futuro, As Panteras e A Vingança de Willard)que nesse filme faz um adolescente babaca louco pra transar, e que vive sendo chingado de “broxa” por seu amigo.

Como filme slasher, imperdível, um dos melhores de toda a série. Em questão de história, diálogos e etc, nota zero. Eu gosto muito do filme, mas como um divertimento, um simples slasher. Não, nãoacho nenhum “clássicão”, só acho um bom slasher que rende um bom divertimento pra se assistir num fim de semana à noite com os colegas... Mas pelo menos, este supera a parte 8 no quesito diversão...

domingo, 21 de dezembro de 2008

VIOLÊNCIA GRATUITA (1997)


Para muitos o filme mais estranho, tosco e sem noção realizado. Para outros, o melhor, mas perfeito e sensacional filme já feito. Minha opinião? Pois é, já foram as duas!!! Acredite se quiser...

Minha primeira impressão foi ao ver o remake do filme (refilmagem cena a cena do original). Acabou o filme e eu disse “Só isso? Vá pra casa do ***#@#@!!!”.

Foi um dos filmes mais chatos e sem sentido que eu já havia visto na minha vida. O modo que Michael Haneke havia dirigido o filme havia me deixado MUITO fulo da vida.

Mas depois de MUITO tempo, eu assisti o original. Ah como mudou...

Para mim, atores BEM melhores que do remake, mas com a mesma monotonia.

O filme já inicia mostrando o estilo de câmera que veremos por quase o filme inteiro – parada. Começa com as personagens principais, Anna (Susane Lothar), Georg (Ulrich Mühe) ,o filho Georgie e o cachorro da família, indo para uma casa de verão enquanto escutam ópera (que é interrompida por uma música sem noção de Metal assim que o título do filme toma conta da tela, e que vai ser ouvida mais duas vezes durante o filme, então agüente os gritos!).

A seqüência inicial pode se tornar chata porque, assim que eles chegam na casa, uma sequência de pelo menos cinco minutos com a família desembrulhando as coisas e o cachorro andando pela casa se inicia. Mas é exatamente esse o clima do filme (que eu não tinha entendido muito bem da primeira vez que eu vi, esperando algo muito sangrento, agitado e “clichezento”.).

O filme em si é uma crítica do diretor e roteirista Michael Haneke aos clichês (bem pelo menos eu acho que é isso...). Ou você já viu Jason ou Freddy conversando com a câmera e perguntando se os personagens devem morrer ?! Eu pelo menos nunca vi...


Só depois eu percebi que o que eu odiava no filme era o “toque especial” que ele tinha, ou seja, tudo o que acontece no filme, nunca foi visto antes, e foi feito de uma forma brilhante só pra criticar os malditos clichês! (que pelo menos, é o que EU acho...).

Os psicopatas do filme são dois, me perdoem a palavra, filhos de uma puta. Eles são Paul (Arno Frisch, pra mim o melhor do filme) e o gordinho Peter (Frank Giering), dois jovens que não têm nada o que fazer e se divertem (os “Funny Games” do título original) torturando famílias! Sim, tenho raiva deles!

Não vou revelar muito da história do filme por que esse é O-B-R-I-G-A-T-Ó-R-I-O. Vou contar algumas coisas do filme, então se você não assistiu, pare por aqui...

Se ainda está aqui, adiante!

----------ATENÇÃO, CONTÉM SPOILERS, E PODE ESTRAGAR AS SURPRESAS DO FILME---------

A sacada do filme é a criatividade. Tem cenas que, de primeira (quando assisti ao remake e ao próprio original pela primeira vez) são pura tosqueira, e loucura da cabeça de Haneke. Acontece que elas são é geniais! Po, repito, eu pelo menos nunca vi os vilões de Pânico conversando com a câmera, perguntando para o espectador se ele está do lado das vítimas ou dos assassinos!!!

Uma outra cena que é muito boa (e que eu ODIAVA há um

mês) é a cena mais criticada do filme. Em certa parte do filme, o gordinho Peter vai fazer um lanchinho na geladeira enquanto Paul tortura um pouquinho a coitada da Anna. Na distração, Anna consegue pegar uma espingarda que Paul havia deixado ao seu lado e atira em Peter. Paul imediatamente imobiliza Anna, pega o controle remoto e VOLTA A CENA DESDE O INÍCIO, PARA IMPEDIR A MORTE DO AMIGO!!! De início, ridícula, mas depois, genial! Duvido que Jason sobreviveria a isso hahahaha...

Um outro fato do filme, é o fato de as mortes serem todas off screen. Quando Peter atira em Georgie (sim o garoto!), a câmera apenas mostra Paul fazendo um lanchinho na geladeira, enquanto ouvimos os gritos desesperados de Anna e o barulho do tiro, e apenas depois é mostrada a TV cheia de sangue, e o corpo do garoto jogado no chão...

O fato de eu ainda não gostar do remake são os atores. A única realmente boa é a Naomi Watts, que além de linda é uma ótima atriz. Os assassinos estão MUITO (bom ênfase no “muito”) afeminados. Paul parece uma moça, sem ofensa. Fora isso é IGUAL, em tudo, falas, cenas, cenário, músicas, tudo. Ah e o diretor é o mesmo também...

Enfim, se você gosta de novidades, violência psicológica, ópera e Metal (hahaha...) não pode perder esse que, só agora, para mim, é um clássico imperdível. Vale a pena conferir!

sábado, 20 de dezembro de 2008

FRANKENSTEIN (1931)






Hoje, tive o prazer de assistir a esse clássico em preto e branco da década de 30. Muitos vão chamar de "cafona", "ultrapassado" e até mesmo "ridículo". Mas a verdade é que eu ADOREI!

Nem mesmo a fotografia em preto e branco me desanimou; ao longo do filme eu até esquecia que era um filme de 1931.


É claro que o modo de fazer cinema de lá para ca mudou, então todos vão estranhar algumas coisas, mas tudo foi feito de um modo simplesmente perfeito, em especial a atuação do ótimo Colin Clive como o doutor Henry Frankenstein e de Boris Karloff como o famoso monstro, que todos chamam pelo nome do doutor.
Na história, o Doutor Frankenstein está obsecado pela idéia de dar vida a um corpo humano. Ele rouba corpos de túmulos, forcas, onde encontrar. Com um corpo já pronto, só falta o elemento final - um cérebro.

Ele e seu ajudante, o corcunda Fritz, vão até uma
universidade de medicina roubar um cérebro. Fritz rouba um cérebro perfeito, mas deixa o vidro com o cérebro cair no chão, inutilizando o mesmo. Então ele pega rapidamente outro cérebro que estava em cima da mesa - o cérebro anormal, de um assassino...

A partir daí ja da pra se imaginar o que vai acontecer quando Henry der vida a esse corpo... nos brindando com a melhor cena do filme, quando o monstro vive e Henry pronuncia a frase mais memorável do filme - "Agora eu sei o que é ser Deus!".
O monstro então, depois de alguns dias, mata o aju
dante de Henry, Fritz, o obrigando a matá-lo. Um ex professor de Henry se encarrega disso e é o segundo a ser morto pelo monstro. No dia do casamento de Frankenstein com Elisabeth, o monstro foge...Uma cena que me deixou com pena foi a que o monstro encontra uma garotinha, que lhe mostra algumas flores e o deixa aparentemente muito feliz. É quando ela joga as flores na água e o monstro as vê flutuar. Ele faz o mesmo, e logo depois pega a menina no colo e a joga na água, aparentemente com a intenção de a ver flutuar. O rosto do monstro nessa cena é de uma certa pena do que fez com a garotinha, tornando a cena um pouco engraçada a princípio, mas também triste.

Triste depois é ver o pai da garota carregando seu corpo até a casa do Barão Frankenstein, pai de Henry, pedindo justiça. Henry
descobre que seu monstro está vivo, pois ele invade sua casa e tenta matar Elisabeth. Henry então se junta aos moradores na caçada ao monstro, quando eles lutam em um precipício e Henry desmaia. O monstro o leva ao moinho aonde temos o fim do filme...
No moinho, Henry acorda e luta mais uma vez com o monstro. O monstro o joga delá de cima, mas Henry sobrevive. Os moradores então ateam fogo ao moinho, e o monstro é dado como morto... até o filme seguinte! A NOIVA DE FRANKENSTEIN! (que logo postarei minha crítica assim que o assistir)

Como eu disse, o filme é ótimo, e o melhor ator na minha opinião foi Colin Clive, que parece mesmo ser um cientista louco. Boris Karloff também arrazou como o monstro. Além desse, Karloff participou também como o monstro em A Noiva de Frankenstein e O Filho de Frankenstein. É uma pena saber que já não está mais entre nós...

Então, pra quem tiver a oportunidade de assistir a essa jóia rara, aproveite! Não irá se arrepender! (a menos que seja fanático por Lenda Urbana, Pânico e remakes...)